Dunlop Infinity Pro Silver 2025
✓Verificado com dados oficiais da Dunlopcomo pontuamos

PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
80/100
Descrição
Para que jogador é esta raquete
Vantagens
- ✓O gel do Power Bar desloca-se para o punho quando defendes uma bola baixa, e essa descida momentânea de balanço faz com que a saída de parede se resolva com o pulso em vez de com o braço inteiro A Triple Layer Face em carbono 12K entrega um toque limpo e consistente na vólei de bloqueio: a bola não fica morta nem dispara comprida A Anatomic Construction do coração invertido segura a torção em impactos descentrados, algo que se agradece em bandejas mal ajustadas ao corpo Forma de lágrima com balanço médio e núcleo EVA Medium: passa de bandeja a víbora sem que a raquete fuja das mãos na rotação de pulso É das lágrimas que se manobram mais depressa na rede — a troca de vóleis rápidos não a desborda
Desvantagens
- ✗O Super Flex Core tem densidade média: no remate plano a bola alta devolve menos parede do que espera um jogador de ataque habituado a EVA dura A face lisa limita o efeito cortado na bandeja e na deixada; se o teu jogo vive do efeito e do liftado, vais notar que a bola sai mais limpa do que gostarias O sistema Power Bar precisa de técnica apurada para ser aproveitado: se golpeias com timing irregular, o deslocamento do gel chega tarde e sentes uma raquete apenas correta Ponto doce contido pela forma de lágrima — os impactos perto do aro perdem bastante bola em relação ao centro
PADELTESTLAB SCORE
escala 0-100
80/100
A Dunlop Infinity Pro Silver 2025 aponta a jogadores avançados com técnica consolidada que procuram mais rendimento sem passar ainda para uma raquete de competição pura. A forma de lágrima desloca o ponto doce ligeiramente para cima, equilibrando controlo e potência. O equilíbrio médio mantém um comportamento equilibrado entre fundo e voleio.
Dunlop Infinity Pro Silver 2025: a lágrima que muda o seu próprio balanço
A Dunlop Infinity Pro Silver 2025 não disputa o lugar de raquete de padel mais dura nem mais potente do segmento avançado. Disputa algo mais raro: mudar de carácter dentro do mesmo ponto. A tecnologia Power Bar aloja um gel interno que se desloca para o punho quando defendes e para a cabeça quando atacas, com uma face de carbono 12K Triple Layer Face e um núcleo EVA Medium Super Flex Core a sustentar o conjunto.
É uma raquete polivalente de nível avançado, forma de lágrima e balanço médio. Nada na ficha técnica grita potência bruta. Tudo aponta a um jogador completo que quer uma raquete de padel que não o obrigue a escolher entre defender e rematar.
O que faz realmente o Power Bar da Infinity Pro Silver?
O Power Bar é um depósito de gel que se reposiciona por inércia. Quando baixas a raquete para sair de parede ou para responder a um lob profundo, a massa viaja para o punho: o balanço efetivo desce e a cabeça pesa menos, pelo que a corriges com o pulso. Quando a levantas para rematar, a massa migra para a cabeça e o balanço sobe precisamente no instante do impacto.
Em campo isto não se sente como um truque de marketing, mas também não como uma transformação radical. Sente-se como uma raquete que perdoa a preparação tardia na defesa sem te penalizar com uma cabeça inerte no ataque. A margem de melhoria está nos golpes de transição, não nos extremos.
Triple Layer Face e Super Flex Core: o que traz cada camada
A face de carbono 12K em construção Triple Layer Face procura rigidez superficial sem o toque cirúrgico e seco do 18K. O resultado é uma resposta limpa e previsível: a bola sai com a trajetória que lhe deste, sem surpresas de dispersão nos vóleis de bloqueio.
O Super Flex Core é EVA de densidade média. Aqui está a decisão de design mais determinante desta opção da Dunlop: o núcleo devolve bola com facilidade em golpes de potência média — a saída de bola é notavelmente confortável — em troca de não acumular a energia que um jogador de ataque puro procura no remate plano a bola muito alta.
A Anatomic Construction fecha o pacote. É uma construção invertida na base da raquete, inspirada em estruturas ósseas, que reforça a estabilidade torsional. O efeito real nota-se no impacto descentrado: a raquete gira menos na mão quando a bandeja chega colada ao corpo e golpeias abaixo do ponto doce.
Ficha técnica
| Dado técnico | Valor |
|---|---|
| Forma | Lágrima |
| Balanço | Médio |
| Nível | Avançado |
| Tipo de jogo | Polivalente |
| Face | Carbono 12K (Triple Layer Face) |
| Núcleo | EVA Medium (Super Flex Core) |
| Superfície | Lisa |
| Tecnologias | Power Bar, Super Flex Core, Triple Layer Face, Anatomic Construction |
Comportamento golpe a golpe
Defesa e saída de parede. É onde funciona melhor. A combinação de balanço médio, lágrima e descarga momentânea de peso para o punho faz com que a raquete chegue rápido por baixo da bola. O lob defensivo sai profundo sem ser preciso empurrar com o ombro.
Bandeja. Estável e fácil de direcionar. A limitação é o acabamento liso: o corte que consegues é o que a tua técnica gera, não o que a superfície acrescenta. Uma bandeja bem cortada continua a funcionar; uma bandeja que dependia da superfície para morder perde alguma mordida.
Víbora e remate. A víbora é o seu ataque natural: o balanço médio permite acelerar o pulso sem que a cabeça se atrase. O remate por 3 sai com direção precisa. Já o smash plano a bola muito alta é correto sem ser demolidor — o núcleo médio absorve parte do que um EVA duro devolveria.
Vólei. Rápida na troca curta. É das raquetes que não te desbordam quando o ponto acelera a dois metros da rede.
Para que jogador está pensada esta raquete?
Para o jogador avançado e polivalente que joga os dois lados do campo e não quer uma ferramenta especializada. Concretamente:
- **Jogador de esquerda que ataca quando surge a oportunidade.** A manobrabilidade e a lágrima dão-lhe volume de jogo sem abdicar da víbora.
- **Jogador de direita técnico, não de força bruta.** Se o teu remate vive da colocação e do ritmo, encaixa perfeitamente. Se vive da potência máxima, há opções mais duras no mercado.
- **Jogador com ombro ou cotovelo sensível.** O núcleo de densidade média filtra melhor a vibração do que uma EVA dura da mesma categoria.
Como parceria de jogo, funciona bem ao lado de alguém com uma raquete claramente rematadora: a Infinity Pro Silver dá a construção do ponto e a continuidade, não o golpe final.
Veredito: coerência acima do espetáculo
A Dunlop Infinity Pro Silver 2025 é uma raquete honesta com a sua proposta. Tudo nela — forma, balanço, densidade do núcleo, tecido da face — empurra na mesma direção: controlo e manobrabilidade à frente da potência bruta.
Isso implica renúncias reais. Quem procurar uma raquete que resolva o ponto com um remate plano vai encontrar aqui menos parede do que esperava. Quem depender de a superfície gerar o efeito não o vai encontrar aqui: o acabamento é liso e todo o corte depende da técnica do jogador. E o Power Bar, sendo o argumento diferenciador, exige técnica apurada para se perceber com clareza.
Dentro da gama Infinity Pro, esta Silver ocupa o lugar do jogador completo. É a escolha de quem joga muitos pontos longos, defende bem e quer que a raquete esteja onde tem de estar no décimo segundo golpe da troca.
No catálogo da marca
No catálogo da Dunlop, a Infinity Pro Silver posiciona-se como uma alternativa com personalidade própria. A sua pontuação global de 8.2/10 coloca-a entre as melhores opções de jogo polivalente que analisámos.
Perguntas frequentes
Para que nível de jogador é a Dunlop Infinity Pro Silver 2025?
A Dunlop Infinity Pro Silver 2025 aponta ao nível avançado. Requer técnica consolidada e não é recomendável para principiantes.
Que pontuação tem a Dunlop Infinity Pro Silver 2025 no PadelTestLab?
A Dunlop Infinity Pro Silver 2025 obtém 8.2/10 na nossa análise, com base em potência, controlo, saída de bola, maneabilidade e ponto doce.
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